terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Camareros - Parte 1

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Verão 2

Você viu só que amor
Nunca vi coisa assim
E passou, nem parou
Mas olhou só pra mim...

Se voltar vou atrás
Vou pedir, vou falar
Vou dizer que o amor
Foi feitinho prá dar...

Olha, é como o verão
Quente o coração
Salta de repente
Para ver
A menina que vem...

Ela vem sempre tem
Esse mar no olhar
E vai ver, tem que ser
Nunca tem quem amar

Hoje sim, diz que sim
Já cansei de esperar
Nem parei, nem dormi
Só pensando em me dar...

Peço, mas você não vem
Bem!
Deixo então!
Falo só
Digo ao céu
Mas você vem...
Deixo então!
Falo só
Digo ao céu
Mas você vem...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Rain

Someone told me long ago
There's a calm before the storm
I know, it's been comin' for some time

When it's over, so they say
It will rain a sunny day
I know, shinin' down like water

I want to know, have you ever seen the rain?
I want to know, have you ever seen the rain?
Comin' down on a sunny day

Yesterday, and days before
Sun is cold and rain is hard
I know, been that way for all my time

And forever, on it goes
Through the circle, fast and slow
I know, it can't stop, I wonder

I want to know, have you ever seen the rain?
I want to know, have you ever seen the rain?
Comin' down on a glorious day

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dor

Ninguém vive a paixão impunemente.

"Minha dor é interna, não curte a pele, não estraga o corpo. Mas meus olhos me delatam. A dor estava toda ali dentro, os olhos sérios negros e fundos. Dor de quem já viu tudo e não espera mais nada. De quem ficou sozinho a vida inteira, encarcerado em si mesmo. De quem já viu o nada, o vazio absoluto, a ausencia de cor e dor e calor e música e sentimento, já foi engolido e cuspido pelo nada incontáveis vezes, e será de novo, e de novo, e mais uma vez, até a última, quando só sobrar um caroço morto, um esqueleto sem vida. Depois de ver o nada, nada mais espera. Não é como se voce ficasse insensível ou entorpecido, nada disso. Aumenta o apetite por sentimentos, aumenta a intensidade, porque você sabe que ele pode chegar a qualquer momento, como uma nuvem, uma peste silenciosa, e acabar com tudo. A dor salva do nada. Só ela salva."

Clarah Averbuck

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Good Times

You don't even have to try
It comes easy for you
The way you move is so appealing
It could make me cry
Go out driving with my friends
In bobby's big old beat up car
I'm with a lot of people then
I wonder where you are

Good times, bad times, give me some of that

I don't want to say goodbye
Don't want to walk you to the door
I spend a little time with you
I want a little more

Good times, bad times, give me some of that